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Mudanças climáticas e monoculturas favorecem formação de nuvens de gafanhotos

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Com um clima cada vez mais quente, as correntes oceânicas e os ventos são alterados promovendo mudanças significativas nos ciclos ecológicos. O clima do mundo está mudando, favorecendo efeitos cada vez mais significativos de fenômenos comuns. Para Allan Pscheidt, coordenador do curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário FMU, a devastação é um dos principais motivos para o que está acontecendo. “O desmatamento e a baixa diversidade das plantações e pastagens favorecem o comportamento de espécies destrutivas, como podemos ver no caso dos gafanhotos, que ao migrarem para um novo local, em busca de nutrientes e parceiros sexuais, devoram grandes áreas de plantações e pastagens”. O especialista explica que esse desequilíbrio ambiental causa redução na população de predadores e aumento na população de gafanhotos. “Com a escassez de alimentos em um ambiente, migram para outro, deixando um rastro de destruição e prejuízos para a economia. Ao se reproduzirem, cerca de 100 ovos são c...

Permacultora transforma gramado em Jardim Agroecológico

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Os gramados são a escolha da maioria para os quintais de lares brasileiros. Mas este não é o caso do jardim da residência da arquiteta e permacultura Andrea Valencio Pesek que, ao comprar a sua casa na região metropolitana de São Paulo, decidiu trocar o gramado por um Jardim Agroecológico, um oásis riquíssimo em vida e biodiversidade. “Os jardins em sua maioria são gramados assépticos com espécies ornamentais, geralmente exóticas, onde venenos são utilizados para banir as plantas que nascem sozinhas e muitos insumos químicos são empregados para manter a grama sempre verde. As plantas são tratadas como objetos de decoração, a água da chuva é rapidamente drenada e os insetos não são bem vindos. Por isso decidi criar em minha casa um jardim agroecológico que servisse de inspiração”, contou Andrea em entrevista ao CicloVivo. O local se modificou totalmente apenas dois anos após a retirada da grama e o início da construção de um lago feito com jardins de chuva. “Arranquei toda a grama. Is...

Ranking revela sustentabilidade em 180 países

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O Environmental Performance Index, Índice de Performance Ambiental, avaliou 180 países de acordo com a saúde do seu meio ambiente e preservação de seus ecossistemas.   O resultado é um ranking ocupado por países europeus nas 10 primeiras posições, com a Dinamarca em 1º lugar, e o Brasil ocupando a 55ª posição. O objetivo da publicação é identificar quais são os pontos de atenção e os locais que merecem atenção, para guiar os responsáveis pela elaboração de políticas ambientais. Para acessar a lista completa, clique aqui . Por que avaliar a performance ambiental? Os autores da publicação explicam que avaliar a performance ambiental ajuda a identificar onde é necessário um trabalho mais intenso e o quanto os países estão cumprindo as metas ambientais estabelecidas. “Os indicadores usados no ranking colocam luz sobre os problemas, apontam objetivos, captam tendências, avaliam os resultados e identificam quais são as melhores políticas para cada caso”, declararam. A pandemia cau...

Peruanos criam prato de folha de bananeira

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Tecido, sapato e até embalagem. É incrível a quantidade de produtos que já foram desenvolvidos usando bananeira. A versatilidade do material é agora testada na fabricação de pratos compostáveis. Batizados de Chuwa Plant, os pratos são feitos com papel celulósico à base de folhas de bananeira e papelão. O material é impermeável, sendo resistente a líquidos e diversas temperaturas. Esta característica também impede que a gordura dos alimentos danifique o prato. Ao fim do seu uso, em condições adequadas, o pratinho pode se degradar naturalmente em no máximo 60 dias. Feito da terra, volta para terra – completando seu ciclo de vida. A iniciativa ainda agrega parceria com pequenos produtores da Amazônia peruana para aproveitar justamente o subproduto do cultivo de banana. Alternativa ao plástico A solução criada por uma startup peruana pode ser uma alternativa ao uso de pratos plásticos descartáveis, sobretudo os de isopor. Por mais que haja um movimento forte para eliminar ...

Hambúrguer de couve-flor

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Andei fazendo estes hambúrgueres para o lanche, já que não temos o hábito de jantar e sim comer algo leve. Ficaram perfeitos ao lado de uma salada com folhas e tomatinhos cereja. No entanto, qualquer salada de folhas verdes teria sido igualmente um ótimo acompanhamento também. A verdade é que quando resolvemos montar sanduíches com pão de hambúrguer, o lanche virou banquete. Imagine o hambúrguer acompanhado de ketchup caseiro, maionese de castanha ou chutney de manga com frutas secas. Junte algumas folhas de rúcula bem crocantes, tudo dentro de um pão caseiro… Ficou simplesmente um hambúrguer incrível. Para fazer os hambúrgueres usei as farinhas de amêndoa e de trigo sarraceno. Como quase nunca encontro a farinha de trigo sarraceno aqui em São Luís, trituro os grãos de trigo sarraceno no mini processador e faço minha farinha. É uma dica e tanto que vi no livro “The Homemade Flour Cookbook”, que ensina diferentes formas de produzir suas farinhas em casa. Uma descoberta incrível para q...

Número de queimadas na Amazônia é o maior dos últimos 10 anos

O período seco na Amazônia – quando, em 2019, foram registradas queimadas de dimensões trágicas – está começando com dados alarmantes. O número de queimadas entre 1 e 21 de junho de 2020 é o maior dos últimos 10 anos nesse período – e ficou 50% acima da média dos 10 anos anteriores (2010 a 2019), que foi de 979. Nos primeiros 21 dias de junho, foram detectados 1.469 focos de queimadas no bioma Amazônia, 30% a mais que no mesmo período de 2019, quando 1.125 focos foram registrados pelo Inpe. Desses 1.469 focos de queimadas detectados na Amazônia entre 1 e 21 de junho de 2020, 63% ocorreram no Mato Grosso (915). Esses são os dados mais recentes disponibilizados pelo Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Somados aos dados de desmatamento recente, este aumento no número de focos em um mês que historicamente é mais baixo anuncia o que está por vir. Desmatamento Entre 1o de janeiro e 31 de maio de 2020, houve alertas de desmatamento para 2.032 km2 na Amazônia Legal, o maior n...

Revisão do Algum dia, talvez – Junho 2020

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A quarentena me fez rever o painel de Algum dia, talvez com outros olhos. (versão anterior, só para ilustrar, porque continua no mesmo formato) Me fez ver a lista de viagens que queria fazer como “viagens que eu realmente ainda espero poder fazer um dia”. Um que de triste porém de foco nesse pensamento, porque eu percebi como tudo pode mudar de uma hora para a outra no mundo e, de repente, pode ser que eu nem tenha mais como viajar para conhecer esses lugares que ainda não fui. Este mês fez um ano que eu viajei para Amsterdam, para o GTD Summit . Fiquei super nostálgica na última semana, pensando no quanto eu amo aquela cidade e se a viagem em 2019 foi a minha última vez lá. Isso também me deu uma sensação boa, no sentido de que: “se foi a última vez, foi uma boa última vez”. Photo by Marta Bockhorny Ver todas as viagens da minha lista de “viagens que ainda quero fazer” também me deu um sentimento de “hora extra” na vida, sabe? Se der para ir, ótimo, mas se não der, também, p...